Retratos são retalhos de expressão.
Transmissão de emoções,
momentos mágicos, estáticos,
presos ao tempo congelado.
Retratos são retalhos de pessoas.
Esboço de vidas vividas,
ou futuro a se viver.
Retratos são retalhos de beleza.
Expressa em cores ou preto e branco.
Sentimentos de pura emoção.
Retratos e retalhos.
Retalhos e retratos.
Pedaços inteiros ou
metades de um pedaço
Pela lente da máquina é possível ver,
sentir, transformar e transportar fatos.
Fatos e fotos...Fotos e fatos
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
A música que vem da TV...
A pequena TV no canto da cozinha desprezada está ligada. É hora da novela das 7h ou das 8hs, não sei, hora também de fazer o jantar. Todos os dias a mesma rotina. Ligar a TV, preparar o jantar e nem sempre escutar a programação.
A música toca. Era Beethoven. Virei para olhar a cena: alguém levava uma criança a um conserto no Teatro Municipal, coisa raríssima nas novelas, mas o menino estudava piano e a cena cabia no contexto. Lindo!
Paralisada, deixei a música entrar pelas minhas memórias, pelas minhas entranhas me transportando a um tempo que já passou. As mãos descansam sobre a pia segurando a batata e a faca à espera pela tarefa a ser cumprida. As lembranças são tão claras quanto a água da panela fervendo no fogão.
Hoje e ontem se misturam. Realidade e ficção, confusão.
Sérgio ao piano tocando Beethoven na sala da Rua Santa Cruz, vovó no sofá fazendo crochê, uma saudade imensa invadindo o meu pensar, tudo por causa da música...aquela música tantas vezes tocada pelo meu tio. Vovô cantarolando a caminho da porta da sala. – Já vai fumar? Fala vovó implicando com o velho vício do vovô que sai sem se incomodar. O sentimento de saudade é forte e doído. Todos já...
A música termina...a cena muda...a rotina volta...as lembranças se vão...
A música toca. Era Beethoven. Virei para olhar a cena: alguém levava uma criança a um conserto no Teatro Municipal, coisa raríssima nas novelas, mas o menino estudava piano e a cena cabia no contexto. Lindo!
Paralisada, deixei a música entrar pelas minhas memórias, pelas minhas entranhas me transportando a um tempo que já passou. As mãos descansam sobre a pia segurando a batata e a faca à espera pela tarefa a ser cumprida. As lembranças são tão claras quanto a água da panela fervendo no fogão.
Hoje e ontem se misturam. Realidade e ficção, confusão.
Sérgio ao piano tocando Beethoven na sala da Rua Santa Cruz, vovó no sofá fazendo crochê, uma saudade imensa invadindo o meu pensar, tudo por causa da música...aquela música tantas vezes tocada pelo meu tio. Vovô cantarolando a caminho da porta da sala. – Já vai fumar? Fala vovó implicando com o velho vício do vovô que sai sem se incomodar. O sentimento de saudade é forte e doído. Todos já...
A música termina...a cena muda...a rotina volta...as lembranças se vão...
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